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Lançamento · e-book da PRETATERRA

O livro da agrofloresta.

O método que a PRETATERRA usou para desenhar mais de 200 agroflorestas em 22 países, organizado para você projetar a sua: do primeiro croqui ao fluxo de caixa.

  • +320 páginas
  • 9 princípios de design
  • 20 passos de implantação
  • 3 cases reais

de R$ 299−68%R$97pagamento único · e-book em PDF

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Pagamento seguro pelo Stripe · 7 dias de garantia

Capa de O livro da agrofloresta, de Paula Costa e Valter Ziantoni: um agricultor desenha o plano de uma agrofloresta diante da paisagem.
E-book em PDF · leia em qualquer tela

Escrito por quem faz

O método por trás de projetos para World Bank, Nestlé e Armani.

Desde 2017, a PRETATERRA desenha agroflorestas para fundos, governos e grandes marcas. O livro reúne o que funcionou no campo em um método que você aplica na sua terra.

World Bank GroupArmaniLVMHNestléCargillNaturaDengoUBS Optimus FoundationFAO
+200sistemasagroflorestais desenhados e implantados pela PRETATERRA.
22paísescom projetos em campo, da Indonésia ao Mato Grosso.
+100.000hectaresde área nos projetos, entre 2017 e 2025.

Uma publicação inédita

A primeira a unificar as escolas modernas da agricultura.

Agricultura regenerativa, agrofloresta, sintropia e permacultura costumam viver em livros, cursos e tribos separadas. Aqui elas se encontram, com a lógica que liga uma à outra.

  • Agricultura regenerativaProduzir regenerando solo, água e biodiversidade, em vez de esgotá-los.A agrofloresta regenerativa · p. 168
  • AgroflorestaCultivar com árvores: sucessão, estratos e biodiversidade a serviço da produção.A agrofloresta · p. 34
  • SintropiaA agricultura de processos de Ernst Götsch, com os seus princípios práticos e a poda de pulsão.A sintropia de Ernst Götsch · p. 115
  • PermaculturaZoneamento, bioconstrução e manejo da água para organizar a propriedade inteira.A permacultura · p. 58

Com o livro, você tem o conhecimento para:

  1. 01Produzir em escalaImplantar e escalar agroflorestas que alimentam gente, com linhas mecanizáveis e fluxo de caixa.
  2. 02RestaurarRecuperar paisagens degradadas com sucessão, espécies de serviço e solo sempre coberto.
  3. 03Viver da terraCriar a sua própria propriedade autossustentável, do zoneamento à venda do excedente.

Por que este livro

Agrofloresta parece complexa demais para virar projeto. Com método, não é.

“Projetar um sistema agroflorestal produtivo é projetar um organismo vivo; este livro irá guiá-lo profundamente neste processo.”
Prólogo
  1. Qual produto preciso aplicar?

    Qual processo está faltando? Qual foi interrompido? Como restabelecê-lo?

    A troca da agricultura de insumos pela agricultura de processos, o centro da sintropia de Ernst Götsch.

  2. Plantar no improviso, canteiro por canteiro.

    Planejar 1 hectare e replicar o módulo para 10.

    Mudas, diárias, insumos e horas de trator calculados por módulo, com linhas paralelas que aceitam máquina.

  3. Confundir a altura da planta com o estrato.

    Desenhar luz, tempo e espaço de cada espécie.

    Sucessão, estratificação e arquitetura de copa viram regra de projeto, com porcentagens de sombra por estrato.

  4. Técnica sem visão, ou filosofia sem prática.

    Os dois no mesmo volume.

    Do manifesto do ancestralismo ao fluxo de caixa: por que fazer agrofloresta e como fazê-la dar certo.

O que tem dentro

Do conceito ao fluxo de caixa, em 7 partes.

Os capítulos foram escritos para serem lidos em qualquer ordem. Comece pelo que você precisa hoje e volte ao resto quando a sua agrofloresta pedir.

  • +320páginas
  • 7partes, do conceito aos cases
  • 9princípios de design
  • 20passos de implantação
  • 11cálculos resolvidos
  • 3cases reais
Parte IIntroduzindo conceitosA árvore, a floresta e a agricultura, até chegar à definição de agrofloresta: cultivar com árvores.p. 14
  1. A árvore15
  2. A floresta21
  3. A agricultura29
  4. A agrofloresta34
Parte IIUm pouco de tudo o que você precisa saberAs ideias que sustentam a agrofloresta: ancestralidade, permacultura, carbono, terra preta e sintropia.p. 47
  1. Ancestralismo: um manifesto48
  2. A permacultura58
  3. Pequenas comunidades e o distributismo64
  4. A ética da terra e a economia doméstica de Aristóteles69
  5. Relação homem-natureza75
  6. O carbono87
  7. Caçadores-coletores, manejo ancestral e a terra preta102
  8. A sintropia de Ernst Götsch115
  9. Trofobiose e a hipótese de Gaia140
  10. A resiliência146
  11. O início da agricultura: nosso legado e futuro153
  12. A compreensão holística da biodinâmica159
  13. Transmutação biológica163
  14. A agrofloresta regenerativa: o caminho para um futuro próspero168
Parte IIIAs bases da agroflorestaSucessão, estratos, arquitetura de copa, madeira, poda, pulsão e espécies de serviço.p. 173
  1. Sucessão, estratificação e arquitetura de copa174
  2. A árvore no sistema produtivo: conceito, arquitetura e madeira179
  3. A poda e a pulsão na agrofloresta191
  4. Espécies de serviço198
Parte IVPrincípios da engenharia do design agroflorestalOs 9 princípios do método PRETATERRA para desenhar sistemas únicos, replicáveis e mecanizáveis.p. 205
  1. Correlação208
  2. Aderência211
  3. Modularidade213
  4. Replicabilidade217
  5. Nicho funcional219
  6. Elasticidade222
  7. Componente decisório temporal224
  8. Sinergia226
  9. Representação gráfica da agrofloresta229
Parte VPrincípios aplicados na práticaDo levantamento de espécies à alocação em nichos: espaçamento pela máquina, composição e matriz de diversificação.p. 232
Parte VIMãos à terra: o passo a passo da implantaçãoUm checklist de 20 passos, da delimitação da área ao fluxo de caixa, com doses e cálculos.p. 243
Parte VIICases PRETATERRATrês sistemas reais e visitáveis, em três cadeias diferentes.p. 273
  1. Case 1: agrofloresta de pimenta-branca275
  2. Case 2: cacau agroflorestal na Bahia281
  3. Case 3: Pasto Vivo289
  1. Posfácio291
  2. Para saber mais: as referências de cada capítulo295
  3. PRETATERRA: visão, trajetória e fundadores320

Parte IV · O método PRETATERRA

9 princípios para desenhar agroflorestas que funcionam em qualquer escala.

A agrofloresta pede criatividade, mas um sistema comercial pede padrão: linhas paralelas, máquina e previsão de receita. Os nove princípios da engenharia do design agroflorestal juntam as duas coisas.

  1. 01CorrelaçãoO desenho espelha o ecossistema local: bioma, solo, chuva, densidade e as espécies que já regeneram ali.
  2. 02AderênciaO sistema cabe na cultura e no saber de quem vai manejar. Com 7 indicadores de adoção e 8 de monitoramento.
  3. 03ModularidadeTudo é planejado por hectare: mudas, diárias, insumos e horas de máquina. Para crescer, replica-se o módulo.
  4. 04ReplicabilidadeMódulos testados levados a novas áreas e escalas, com arranjos fáceis de memorizar em campo.
  5. 05Nicho funcionalEspécies agrupadas por função, estrato e ciclo, e trocáveis dentro do nicho. Uma estratégia criada pela PRETATERRA.
  6. 06ElasticidadeO desenho se adapta ao clima, ao solo e às preferências do agricultor sem perder a lógica.
  7. 07Componente decisório temporalPontos de decisão previstos desde o primeiro desenho, para reavaliar o sistema diante de mercado, clima e mão de obra.
  8. 08SinergiaPlantas companheiras e antagônicas: a produção da área inteira maior que a soma das monoculturas.
  9. 09Representação gráficaCroquis por fase da sucessão, com cores, ícones e legendas, como a planta baixa de uma casa.
“Estes nove princípios formam a base do método e algoritmo PRETATERRA, um meio assertivo e inovador de conceber designs agroflorestais únicos e de excelência, agora disponível para você.”
Parte IV

O método completo da PRETATERRA por R$ 97.

E-book em PDF para ler no celular, no tablet ou no computador.

R$ 299R$ 97

Quero o livro

Leia um trecho

Uma regra que você usa no campo amanhã.

Altura não é estrato. Em Sucessão, estratificação e arquitetura de copa, o livro mostra como cada estrato tolera a sombra, e por que isso decide o espaçamento do seu sistema.

  • Emergente0%
  • Altoaté 20%
  • Médioaté 40%
  • Baixoaté 60%

Parte III · Sucessão, estratificação e arquitetura de copa

É fundamental destacar que a altura de uma planta não deve ser confundida com o seu estrato. Por exemplo, tanto o milho (Zea mays) quanto o eucalipto (Eucalyptus sp.) são considerados espécies emergentes, mas o milho se desenvolve durante a sucessão inicial de nosso plantio ou agrofloresta, enquanto o eucalipto emerge apenas em seu próprio “tempo” e “velocidade”, tipicamente no estágio clímax da floresta ou agrofloresta.

Para otimizar a distribuição da luz em uma agrofloresta, precisamos considerar uma regra geral baseada em conhecimentos empíricos sobre a tolerância ao sombreamento de diferentes estratos vegetais, sabendo que esses valores podem variar:

  1. Emergentes – Não toleram sombreamento algum em sua fase adulta.
  2. Estrato alto – Toleram até 20% de sombreamento.
  3. Estrato médio – Toleram até 40% de sombreamento.
  4. Estrato baixo – Toleram até 60% de sombreamento.

O livro da agrofloresta

Parte VI · Mãos à terra

A implantação inteira, em 20 passos.

Da delimitação da área ao fluxo de caixa, com doses, espaçamentos e as contas feitas na página, para você refazer com os números da sua área.

  1. 01Delimitação da área
  2. 02Adubação verde de fundaçãomuvuca, mandioca e guandu como subsoladores biológicos
  3. 03Roçada em área total
  4. 04Controle de formigueirosmanipueira, nim, casca de caju e gergelim
  5. 05Escarificação e preparo do solo
  6. 06Calcário e gesso2 t + 1 t por hectare, ajustadas pelo pH
  7. 07Fertilização em área totalteor de nitrogênio de 9 adubos orgânicos
  8. 08Logística e mão de obra
  9. 09Demarcação das linhasleste-oeste, com prioridade para as curvas de nível
  10. 10Subsolagem nas linhas
  11. 11Covas
  12. 12Plantio de mudas
  13. 13Espécies de serviço
  14. 14Sementesmuvuca com 5 vezes a densidade final
  15. 15Cobertura do solo
  16. 16Adubação pós-plantiodoses por planta, orgânica e convencional
  17. 17Irrigação2 L por planta por semana, tanque e mangueira dimensionados
  18. 18Podas e manejopara biomassa, madeira e frutos
  19. 19Monitoramentoprotocolo e indicadores
  20. 20Produtividade, receitas e fluxo de caixa

11 cálculos resolvidos ao longo do livro

  • Área de copa
  • Volume de madeira
  • Inventário por parcelas
  • Carbono por árvore
  • Produtividade por planta
  • Mão de obra por hectare
  • Calibração do distribuidor
  • Calcário e gesso pelo pH
  • Esterco por cova
  • Mistura de sementes da muvuca
  • Irrigação

Parte VII · Cases PRETATERRA

Três sistemas reais e visitáveis, da pimenta ao gado.

Escolhidos por serem diferentes entre si: outro continente, outra cadeia, outra escala. Cada um com o desenho, os espaçamentos e os nichos funcionais.

Case 1 · Indonésia

Pimenta-branca na ilha de Bangka

Pimenta-branca orgânica sobre tutores vivos de gliricídia, como alternativa ao avanço do dendê. Feito com cooperativas locais e a holandesa Verstegen.

  • 10 nichos funcionais
  • Sem fertilizante sintético
  • 2.514 mm de chuva por ano

Case 2 · Bahia

Cacau agroflorestal em Itagi

Na transição entre Mata Atlântica e Caatinga: linhas de árvores e frutas, linhas duplas de cacau com gengibre e linhas de pupunha com banana e inhame.

  • 3 tipos de linha
  • Espaçamentos detalhados
  • Produto valorizado como agroflorestal

Case 3 · Mato Grosso

Pasto Vivo

Pecuária agroflorestal financiada por grupos de investimento: grãos nos primeiros anos e, a partir do 4º, gado sob caju-anão, macaúba, baru e aroeira.

  • 1.200 hectares
  • Renques de 8 m, entrerrenques de 30 m
  • 9 nichos funcionais

Parte II · Mais que um manual

Não só um manual técnico. Uma jornada filosófica.

O livro percorre as histórias das práticas agroflorestais, do manejo ancestral que criou a terra preta da Amazônia à agricultura de processos de Ernst Götsch, para mostrar como a floresta pode ser “hackeada” em sistemas regenerativos que se pagam. É o que faz o desenho ter sentido.

  • Ancestralismo
  • Permacultura
  • Distributismo
  • Ética da terra
  • Carbono
  • Terra preta de índio
  • Sintropia de Ernst Götsch
  • Trofobiose
  • Hipótese de Gaia
  • Resiliência
  • Biodinâmica
  • Agricultura regenerativa
A sabedoria de uma sociedade se revela na terra que permanece fértil depois da colheita e na autonomia de quem a recebe.
Relação homem-natureza

Para quem é

Para quem quer plantar com método.

Estudantes, agricultores, técnicos, acadêmicos e entusiastas: todos que querem participar da transformação do nosso sistema alimentar.

  • Quem vai começar do zeroOs capítulos se leem em qualquer ordem e começam pelo básico: o que é uma árvore, uma floresta, uma agrofloresta.
  • Produtores em transiçãoUm guia para sair da monocultura sem reinventar a roda: começar simples, com as espécies e o saber do lugar.
  • Técnicos e consultoresUm método para projetar, orçar e acompanhar sistemas de clientes, com indicadores de adoção e monitoramento.
  • Quem quer escalaLinhas mecanizáveis, módulo por hectare, produtividade por planta e fluxo de caixa, de 2 a 1.200 hectares.
  • Quem sonha em ir para o campoDo zoneamento de uma pequena propriedade a como planejar a sua própria transição da cidade para a terra.
  • Alunos do AcademyO livro acompanha os módulos Pioneer, Intermediate e Climax e serve de consulta para o resto da formação.

Quem escreveu

Paula Costa e Valter Ziantoni, fundadores da PRETATERRA.

Dois engenheiros florestais que dedicaram a carreira a desenhar agroflorestas, da Fazenda da Toca, no interior de São Paulo, à ilha de Bangka, na Indonésia.

Valter Ziantoni

Designer agroflorestal · cofundador

Engenheiro florestal pela UFPR, mestre em Agrofloresta pela Bangor University e especialista em Economia Circular pelo MIT. Mais de 25 anos de experiência, projetos na África e na Ásia e mais de 100 países visitados. Coordenou o projeto agroflorestal da Fazenda da Toca.

LinkedIn →

Paula Costa

Engenheira florestal e bióloga · cofundadora

Engenheira florestal pela ESALQ-USP, bióloga pela UNESP e especialista em Gestão Ambiental. Premiada pela Sociedade Brasileira de Silvicultura em 2016. Coordenou sistemas agroflorestais de grande porte e viveu na Amazônia, aprendendo com povos nativos.

LinkedIn →

Veja a Paula e o Valter no TEDxCampinas.

Ilustrações feitas à mão pelo Estúdio Arado · Diagramação de Lorena Cotrim

Do posfácio · uma carta dos autores

Desde o início, propusemos um desafio: repensar nossa relação com a Terra e com os sistemas que sustentam nossa existência. Discutimos como a agrofloresta não é apenas uma técnica agrícola, mas uma filosofia de vida, uma maneira de se reconectar com os ciclos naturais e com a sabedoria ancestral que governa o equilíbrio do nosso planeta.
A agrofloresta é uma resposta ao chamado da Terra, um chamado para curar as feridas que infligimos a ela, e a nós mesmos através de práticas insustentáveis. […] O futuro é um livro aberto, e você tem a semente para plantar o próximo capítulo.
Com esperança e admiração,Valter e Paula

O que você recebe

O livro da agrofloresta, completo.

  • E-book em PDF com mais de 320 páginas
  • 7 partes, do conceito à implantação e aos cases
  • Os 9 princípios do método de design da PRETATERRA
  • Checklist de implantação em 20 passos
  • 11 cálculos resolvidos e 3 cases reais
  • Mais de 170 referências organizadas por capítulo
  • Ilustrações artesanais do Estúdio Arado
Capa de O livro da agrofloresta, de Paula Costa e Valter Ziantoni: um agricultor desenha o plano de uma agrofloresta diante da paisagem.

Preço de lançamento

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Dúvidas

Antes de plantar, pergunte.

Não achou sua resposta? Escreva para academy@pretaterra.com.

O livro é impresso ou digital?

Digital. Você recebe o e-book em PDF, com o livro completo e as ilustrações.

Como recebo o livro?

O pagamento é feito no Stripe, em ambiente seguro. Depois da confirmação, o PDF é enviado para o e-mail usado na compra. Se não chegar, escreva para academy@pretaterra.com.

Consigo ler no celular?

Sim. O PDF abre no celular, no tablet, no leitor de e-books e no computador.

Preciso ter terra ou experiência para ler?

Não. O livro começa pelos conceitos básicos e os capítulos foram escritos para serem lidos em qualquer ordem. Quem já planta encontra o método de design, o passo a passo da implantação e os cálculos.

Serve para áreas pequenas ou só para fazendas?

Para as duas. O livro aplica o zoneamento a uma propriedade de 2 hectares, planeja tudo por módulo de 1 hectare e mostra um case de 1.200 hectares no Mato Grosso.

É só sobre o Brasil?

O ponto de partida é o Brasil, com Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga e Amazônia, mas o método vale para qualquer bioma: um dos cases é na Indonésia, e o princípio do nicho funcional existe justamente para levar um desenho de um bioma a outro.

Qual a diferença entre o livro e o curso do Academy?

O livro reúne o método em texto, para ler, consultar e voltar sempre. O PRETATERRA Academy ensina o mesmo conteúdo em videoaulas, com avaliações e certificado. O livro também vem incluído no combo de lançamento do Academy.

E se eu não gostar?

Você tem 7 dias a partir da compra para pedir o reembolso, pelo e-mail academy@pretaterra.com.

Mais do que esperança, um plano de ação.

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